Sem rumo nem nada.
Vontade disparada de correr em qualquer direção, qualquer lugar onde o ar seja de graça e doa-se pão.
Vontade de encher o coração de esperança e adotar uma criança, de qualquer raça, cor ou amor.
De caçar uma borboleta e criar, fazer seu funeral quando o dia acabar.
De silenciar-se e de gritar.
Vontade de mudar de corpo, de continuar vivo e de ser morto.
Vontade de um pedaço de bolo de fubá com café feito na hora, de sentar e esperar a aurora.
De crescer e mudar, de encolher e brincar.
Vontade de escorregar em uma montanha gigante, de caçar sonhos em cima de um elefante.
De de andar de trem, andar a pé, de sorrir dos problemas e culpar a fé.
Vontade ser feliz, de consumir amor e viver de luz.
Vontade de conhecer Deus, desfrutar de sua casa e de tudo que também é meu.
Vontade de comprar um peixinho dourado, de vender frutas no mercado.
Vontade de aprender antes de morrer...
Aprender a amar sem ver a quem, amar o triste, o puro ou o ninguém.
Amar a vida, seja branca ou colorida.
Amar o que vier, seja homem ou mulher.
Vontade de estar exatamente onde estou, mais com muito mais amor.

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